Sempre Haverá Um Amanhã

Daniel aguarda a filha que vai nascer com a maior expectativa – depois de dois filhos homens, ela é a realização do seu mais caro sonho. A menina nasce linda e aparentemente perfeita. O pai lhe dá o nome de Mahara, que significa ‘amanhã’. Logo, Daniel e Samanta, sua mulher, descobrirão que o sonho não é tão perfeito assim – a criança tem um descompasso visível entre a idade cronológica e a mental, é uma criança excepcional. Daniel reage emocionalmente, mas, para sua sorte, Samanta é mais realista; ela irá ajudá-lo a tomar importantes decisões para o futuro de Mahara. O ponto de partida é tornar a garota auto-suficiente. Isso demanda tirá-la do núcleo familiar, onde viveu sempre protegida, e fazê-la cursar uma escola especial – o primeiro passo para que ela conquiste seu lugar num mundo cheio de preconceito e discriminação.

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